quarta-feira, 27 de abril de 2011
Ainda Madrid
Plaza de España
O edifício mais antigo da cidade
Mercado de San Miguel
Palácio Real
Plaza Mayor
O famoso Urso no Sol
El Retiro
Palácio de Cristal, El Retiro
Gran vía
Atocha (hall da estação de comboios)
As Meninas, Velázquez (ah, não se pode tirar fotografias no Prado?)
El Rastro
No meio, mesmo no meio, da Península Ibérica
O edifício mais antigo da cidade
Mercado de San Miguel
Palácio Real
Plaza Mayor
O famoso Urso no Sol
El Retiro
Palácio de Cristal, El Retiro
Gran vía
Atocha (hall da estação de comboios)
Esplanada com vista para a Casa de Campo e a catedral de Almudena
As Meninas, Velázquez (ah, não se pode tirar fotografias no Prado?)
El Rastro
No meio, mesmo no meio, da Península Ibérica
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Hala Madrid!
Madrid é a cidade da boa vida.
Não tem monumentos fascinantes como Paris, nem a alternatividade única de Londres, nem a história (e o mar, e o rio) de Lisboa. Mas tem sol, animação e gente na rua. Gente na rua a toda a hora, todos os dias e de todas as idades. Tudo o que interessa fica a uma walking distance e tudo o que interessa são praças, jardins, esplanadas, museus e lojas. Gostei mesmo muito. Acho que vivia lá. Acho que mais depressa ia para lá viver do que voltaria apenas enquanto turista. Vivia bem com longas conversas nos cafés da Plaza Mayor, leituras e descanso no Parque do Retiro, compras na Fuecarral e nos Preciados, na Arenal e no Rastro e tapas no Mercado de San Miguel. Vivia mesmo lá.
Andei muittooo a pé em 4 dias. Mais do que ando em 4 meses! Vimos tudo o que havia para ver mas com tempo e calma. Provei tudo o que tinha pra provar e ainda repeti alguns predilectos (os churros com chocolate da San Ginés, a tartelete de framboesa de San Miguel e as calamares do El Brillante na Atocha!). Gostei muito.
É incrível como o centro está bem conservado e... habitado!! Nota-te. Imaginem a nossa Baixa e o nosso Terreiro do Paço habitado. Com roupa estendida e bicicletas deixadas nas varandas... É isso que acontece na Plaza Mayor, por exemplo. E isso faz-nos falta, a nós, lisboetas. Era a salvação da cidade e a salvação do centro. É um prazer ver cinemas na rua e avenidas que são verdadeiros centros comerciais com lojas e esplanadas intercaladas. Mas não há centros comerciais. Pelo menos no centro. Excluíndo o El Corte Inglês. Há lojas. Muitas lojas de rua. Em todas as ruas. E é isso que traz as pessoas para a rua...
Os churros (sem óleo) e o chocolate quente (amargo). De chorar por mais!
Dentro da Desigual. De cinco andares.
Fiz por não me perder em lojas que há em Portugal. Não entrei na Zara. E não comprei nada na H&M. Mas fui à Topshop = desilusão!!! Para além de ainda mais caro do que esperava, não tinha qualquer brilho, estava desarrumada e era labirintica. Nada a ver com as lojas de Londres. Perdi sim umas horas na Blanco, na Desigual (só para ver), a VAS de sapatos e outras lojas cujo o nome não me lembro. E uma manhã no Rastro (que não é nada de mais mas para quem gosta de feiras é uma experiência). Eis as aquisições que me deixaram muito feliz e contente!
Dois leques (um beje e um fushia), a Harper's Bazaar (que é realmente muito boa) e a Vogue Collection (que é bem mais baratinha do que cá).
O ansiado mini Casio! Escolhi o mostrador em roxo porque o dourado era demasiado bling (comprado no Rastro, verdadeiro, por 20€!) Gosto tanto dele que há pouco encomendei outro mas de mostrador em preto.
Sabrinas peep-toe da Blanco em fushia.
Vestido da Blanco. Azul navy e branco rendado nas costas.
Saia rodada, azul navy com flores.
Pequena mala de couro em framboesa (no Rastro).
As cores não estão muito reais...
Madrid me encanta!
Sei que Espanha também não está nos seus melhores momentos (impossível encontrar uma coca-cola por menos de 2,50€ e uma sandes de calamares custava 6€...). Há imensa gente a pedir na rua, e a dormir nos cantos. Nota-se a crise. Mas, se por aqui não estiver bem, é de pensar em emigrar... =) Claro, com férias marcadas para Portugal no Verão (que Agosto lá é basicamente insuportável!)
Hala Madrid!
Não tem monumentos fascinantes como Paris, nem a alternatividade única de Londres, nem a história (e o mar, e o rio) de Lisboa. Mas tem sol, animação e gente na rua. Gente na rua a toda a hora, todos os dias e de todas as idades. Tudo o que interessa fica a uma walking distance e tudo o que interessa são praças, jardins, esplanadas, museus e lojas. Gostei mesmo muito. Acho que vivia lá. Acho que mais depressa ia para lá viver do que voltaria apenas enquanto turista. Vivia bem com longas conversas nos cafés da Plaza Mayor, leituras e descanso no Parque do Retiro, compras na Fuecarral e nos Preciados, na Arenal e no Rastro e tapas no Mercado de San Miguel. Vivia mesmo lá.
Andei muittooo a pé em 4 dias. Mais do que ando em 4 meses! Vimos tudo o que havia para ver mas com tempo e calma. Provei tudo o que tinha pra provar e ainda repeti alguns predilectos (os churros com chocolate da San Ginés, a tartelete de framboesa de San Miguel e as calamares do El Brillante na Atocha!). Gostei muito.
É incrível como o centro está bem conservado e... habitado!! Nota-te. Imaginem a nossa Baixa e o nosso Terreiro do Paço habitado. Com roupa estendida e bicicletas deixadas nas varandas... É isso que acontece na Plaza Mayor, por exemplo. E isso faz-nos falta, a nós, lisboetas. Era a salvação da cidade e a salvação do centro. É um prazer ver cinemas na rua e avenidas que são verdadeiros centros comerciais com lojas e esplanadas intercaladas. Mas não há centros comerciais. Pelo menos no centro. Excluíndo o El Corte Inglês. Há lojas. Muitas lojas de rua. Em todas as ruas. E é isso que traz as pessoas para a rua...
Os churros (sem óleo) e o chocolate quente (amargo). De chorar por mais!
Dentro da Desigual. De cinco andares.
Fiz por não me perder em lojas que há em Portugal. Não entrei na Zara. E não comprei nada na H&M. Mas fui à Topshop = desilusão!!! Para além de ainda mais caro do que esperava, não tinha qualquer brilho, estava desarrumada e era labirintica. Nada a ver com as lojas de Londres. Perdi sim umas horas na Blanco, na Desigual (só para ver), a VAS de sapatos e outras lojas cujo o nome não me lembro. E uma manhã no Rastro (que não é nada de mais mas para quem gosta de feiras é uma experiência). Eis as aquisições que me deixaram muito feliz e contente!
Dois leques (um beje e um fushia), a Harper's Bazaar (que é realmente muito boa) e a Vogue Collection (que é bem mais baratinha do que cá).
O ansiado mini Casio! Escolhi o mostrador em roxo porque o dourado era demasiado bling (comprado no Rastro, verdadeiro, por 20€!) Gosto tanto dele que há pouco encomendei outro mas de mostrador em preto.
Sabrinas peep-toe da Blanco em fushia.
Vestido da Blanco. Azul navy e branco rendado nas costas.
Saia rodada, azul navy com flores.
Pequena mala de couro em framboesa (no Rastro).
As cores não estão muito reais...
Madrid me encanta!
Sei que Espanha também não está nos seus melhores momentos (impossível encontrar uma coca-cola por menos de 2,50€ e uma sandes de calamares custava 6€...). Há imensa gente a pedir na rua, e a dormir nos cantos. Nota-se a crise. Mas, se por aqui não estiver bem, é de pensar em emigrar... =) Claro, com férias marcadas para Portugal no Verão (que Agosto lá é basicamente insuportável!)
Hala Madrid!
sexta-feira, 15 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Dos dias que passam...
Serve o presente para informar:
- Ando a mil.
- Não tenho tempo.
- Estou com muitoooo boas notas na Pós-Graduação em Consultoria de Imagem.
- Estou a terminar o meu processo de emagrecimento (-13 kg, weeeee!!). Penso agora em compras inteligentes para compor um novo guarda-roupa com peças essenciais e penso, claro, na roupa que agora já posso usar sem me sentir desconfortável (leia-se cores, riscas, saias coloridas, top's brancos).
- Amanhã aterro em Madrid para passear 4 dias com a minha querida mãe. Depois devo ir também uns dias para Vilamoura ou para Milfontes (férias!!!) e depois para a aldeia algures entre Tomar e Ferreira do Zêzere que é Domingo de Páscoa.
- Ando preocupada com a minha situação profissional (visto que o meu contrato de estágio profissional termina no fim de Maio)...
- Comprei alguns achados (calções e t-shirts) e estou a adorar a nova marca de vernizes portugueses, a INOCOS. As cores são fabulosas e duram imenso (4 dias...). Comprei o Chiado, Concertina, Barro e Ribeirinha. Custam 3,70€.
A cor é bem mais rosa-choque do que parece na fotografia. Vejam o catálogo no site e vão perceber...
Ah, e hoje é o Dia Internacional do Café.
Média diária: 3, no mínimo.
Bebo café expresso desde os 16 anos. Acho que fui das primeiras do meu grupo a fazê-lo com regularidade. Culpa da mamã que sempre bebeu "café cheio, por favor"... Tirem-me a minha bica e tiram-me tudo. Amo café, e tudo o que saiba a café. Existem inclusive uns rebuçados ma-ra-vi-lho-sos e nada doces que são a minha perdição. Comia imensos por dia, tantos que a minha tensão aumentou nesse mês... São mesmo os melhores.
Em Madrid, em 4 dias, os planos passam por compras, museus Prado e Thyssen, tapas, passeios no Retiro e pouco mais... Vai ser óptimo. Sugestões??
Palácio de Cristal - Retiro
As Meninas, Velázquez
Van Gogh
Gran Vía
Sol
Plaza Mayor
Adios cariños! (pode ser que consiga verbalizar algo em espanhol, já que traduzir textos é trabalho do dia a dia mas falar, ui).
- Ando a mil.
- Não tenho tempo.
- Estou com muitoooo boas notas na Pós-Graduação em Consultoria de Imagem.
- Estou a terminar o meu processo de emagrecimento (-13 kg, weeeee!!). Penso agora em compras inteligentes para compor um novo guarda-roupa com peças essenciais e penso, claro, na roupa que agora já posso usar sem me sentir desconfortável (leia-se cores, riscas, saias coloridas, top's brancos).
- Amanhã aterro em Madrid para passear 4 dias com a minha querida mãe. Depois devo ir também uns dias para Vilamoura ou para Milfontes (férias!!!) e depois para a aldeia algures entre Tomar e Ferreira do Zêzere que é Domingo de Páscoa.
- Ando preocupada com a minha situação profissional (visto que o meu contrato de estágio profissional termina no fim de Maio)...
- Comprei alguns achados (calções e t-shirts) e estou a adorar a nova marca de vernizes portugueses, a INOCOS. As cores são fabulosas e duram imenso (4 dias...). Comprei o Chiado, Concertina, Barro e Ribeirinha. Custam 3,70€.
A cor é bem mais rosa-choque do que parece na fotografia. Vejam o catálogo no site e vão perceber...
Ah, e hoje é o Dia Internacional do Café.
Média diária: 3, no mínimo.
Bebo café expresso desde os 16 anos. Acho que fui das primeiras do meu grupo a fazê-lo com regularidade. Culpa da mamã que sempre bebeu "café cheio, por favor"... Tirem-me a minha bica e tiram-me tudo. Amo café, e tudo o que saiba a café. Existem inclusive uns rebuçados ma-ra-vi-lho-sos e nada doces que são a minha perdição. Comia imensos por dia, tantos que a minha tensão aumentou nesse mês... São mesmo os melhores.
Em Madrid, em 4 dias, os planos passam por compras, museus Prado e Thyssen, tapas, passeios no Retiro e pouco mais... Vai ser óptimo. Sugestões??
Palácio de Cristal - Retiro
As Meninas, Velázquez
Van Gogh
Gran Vía
Sol
Adios cariños! (pode ser que consiga verbalizar algo em espanhol, já que traduzir textos é trabalho do dia a dia mas falar, ui).
terça-feira, 29 de março de 2011
Na rua dos graffiti
Desde ontem que estou num novo local de trabalho. Não, não mudei de emprego. O emprego é que mudou de sítio. Para melhor! ♥ Para além de ter passado a estar num open space, o que me alegra imenso porque sou pessoa para trabalhar com algum barulho (já desde o secundário que tinha o vício de estudar em cafés), ganhei uma secretária maior, vista para uma janela sem prédios no horizonte, mais luz solar e uma boa disposição renovada que está presente em toda a empresa. A mudança foi trabalhosa mas é óptimo mudar de ares. E estou radiante com o meu novo cantinho!
Para animar ainda mais, vim parar à conhecida “rua dos graffiti's”, em Campolide. Já tinha pensado em tirar umas boas fotografias mas ainda não tive tempo livre. No entanto, hoje encontrei um moço a pintar... Às 4h da tarde!
Desci para fumar um cigarro eram 16h e lá estava ele, nas calmas, a começar o trabalho. Estranhei estar alguém a pintar durante o dia e pensei que, se pudesse, corria para lhe ir fazer uma mini-entrevista sobre o tema. Não podia. Mas, quando voltei a descer, eram quase 17h30, já o trabalho estava pronto! Mal acabou de pintar, olhou em volta e começou a andar na minha direcção... Pensei logo: bem, vai-me pedir um cigarro, é óbvio. E foi. Mas em inglês! Turista que vem a Lisboa pintar. Não tinha o cigarro para lhe dar mas logo a conversa fluiu durante 2 ou 3 minutos apressados... Disse-me que simplesmente foi a uma loja comprar latas e que perguntou onde seria melhor pintar. Resposta: Campolide. E não se enganou.
O trabalho do moço não mereceu fotografia mas foi curioso o momento. Ignorância minha mas nesta parede é permitido pintar. Pena que eles se “atropelem” e pintem o trabalho uns dos outros. Prometo que numa hora de almoço com sol me vou dedicar a fotografar. Gosto de bons trabalhos. E de boas mini-conversas com turistas!
Ah! E de open space's (ao lado do Amoreiras)!
Para animar ainda mais, vim parar à conhecida “rua dos graffiti's”, em Campolide. Já tinha pensado em tirar umas boas fotografias mas ainda não tive tempo livre. No entanto, hoje encontrei um moço a pintar... Às 4h da tarde!
Desci para fumar um cigarro eram 16h e lá estava ele, nas calmas, a começar o trabalho. Estranhei estar alguém a pintar durante o dia e pensei que, se pudesse, corria para lhe ir fazer uma mini-entrevista sobre o tema. Não podia. Mas, quando voltei a descer, eram quase 17h30, já o trabalho estava pronto! Mal acabou de pintar, olhou em volta e começou a andar na minha direcção... Pensei logo: bem, vai-me pedir um cigarro, é óbvio. E foi. Mas em inglês! Turista que vem a Lisboa pintar. Não tinha o cigarro para lhe dar mas logo a conversa fluiu durante 2 ou 3 minutos apressados... Disse-me que simplesmente foi a uma loja comprar latas e que perguntou onde seria melhor pintar. Resposta: Campolide. E não se enganou.
O trabalho do moço não mereceu fotografia mas foi curioso o momento. Ignorância minha mas nesta parede é permitido pintar. Pena que eles se “atropelem” e pintem o trabalho uns dos outros. Prometo que numa hora de almoço com sol me vou dedicar a fotografar. Gosto de bons trabalhos. E de boas mini-conversas com turistas!
Ah! E de open space's (ao lado do Amoreiras)!
sábado, 26 de março de 2011
Vernizes - e como mantê-los durante anos
Sou uma aficcionada por vernizes. Ainda que não muito experimentalista, sou fã e acho que faz toda a diferença ter sempre as unhas arranjadas e bem pintadas. Por isso mesmo, as minhas unhas raramente vêem a luz do dia porque têm sempre verniz em cima.
O porquê deste post prende-se pelo facto de ter tido necessidade de arrumar os meus vernizes. Estavam espalhados por toda a casa... Quarto, casa-de-banho, cozinha... Portanto, tratei de arranjar uma bela caixinha. Descobri que tenho 25 vernizes (que vão do transparente ao roxo escuro). Não ligo nenhuma a marcas. Tenho maioritariamente Risqué mas também alguns de lojas chinesas e da dois exemplares Chanel. Em vernizes é basicamente tudo igual. O que pode ser melhor é o pincel. Porque durabilidade e brilho vai dar tudo ou mesmo: três/quatro dias e troca.
O grande truque para manter os vernizes utilizáveis, sem secar, está em fechar correctamente depois de usar. Até aqui não há novidades. Mas tenho um truque muito simples que creio que faz toda a diferença. E daí ter tantos vernizes ainda "no activo". Limpar a entrada do frasco com acetona. Porquê? Porque os resíduos de verniz que ficam quando tiramos o excesso do pincel secam e impedem que o frasco feche na totalidade. De tempos a tempos faço isso a todos os vernizes que uso mais e alguns duram há pelo menos 2/3 anos!
Juntei-os todos na caixa juntamente com um creme de mãos, luvas de hidratação, limas, tesoura, corta-unhas, óleo de cutículas, pincel de acetona, etc... Ficou um mimo! Eheheh.
O porquê deste post prende-se pelo facto de ter tido necessidade de arrumar os meus vernizes. Estavam espalhados por toda a casa... Quarto, casa-de-banho, cozinha... Portanto, tratei de arranjar uma bela caixinha. Descobri que tenho 25 vernizes (que vão do transparente ao roxo escuro). Não ligo nenhuma a marcas. Tenho maioritariamente Risqué mas também alguns de lojas chinesas e da dois exemplares Chanel. Em vernizes é basicamente tudo igual. O que pode ser melhor é o pincel. Porque durabilidade e brilho vai dar tudo ou mesmo: três/quatro dias e troca.
O grande truque para manter os vernizes utilizáveis, sem secar, está em fechar correctamente depois de usar. Até aqui não há novidades. Mas tenho um truque muito simples que creio que faz toda a diferença. E daí ter tantos vernizes ainda "no activo". Limpar a entrada do frasco com acetona. Porquê? Porque os resíduos de verniz que ficam quando tiramos o excesso do pincel secam e impedem que o frasco feche na totalidade. De tempos a tempos faço isso a todos os vernizes que uso mais e alguns duram há pelo menos 2/3 anos!
Juntei-os todos na caixa juntamente com um creme de mãos, luvas de hidratação, limas, tesoura, corta-unhas, óleo de cutículas, pincel de acetona, etc... Ficou um mimo! Eheheh.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Paez
Já no Verão passado considerei experimentar/usar umas Paez. Sim, as alparcatas argentinas de pano. Para cafezar, passear, ir à praia mas poder conduzir... Enfim. Acho piada. Não sei bem.
Hoje estas vieram-me parar à mão. A revista vai mudar de instalações e no meio de tantos caixotes, produtos, press release's, revistas, livros, papéis, pó e caixinhas eis que as encontrei.
Não as compraria neste padrão mas talvez até resulte com uns calções de ganga.
Como são o meu número, vão comigo pra casa. Uepa!
Hoje estas vieram-me parar à mão. A revista vai mudar de instalações e no meio de tantos caixotes, produtos, press release's, revistas, livros, papéis, pó e caixinhas eis que as encontrei.
Não as compraria neste padrão mas talvez até resulte com uns calções de ganga.
Como são o meu número, vão comigo pra casa. Uepa!
quarta-feira, 23 de março de 2011
Elizabeth Taylor
A sensação de quando morre alguém assim é estranha.
No fundo a Elizabeth Taylor não morre.
Morre a "mãe", a "avó", a "amiga"... Morre o corpo.
Fica a história. A obra. As imagens.
Fica a Imortalidade.
E a morte não passa assim de uma boa (e infeliz) desculpa para homenagear alguém.
Se Cleóprata foi a senhora responsável pela "criação" da beleza feminina como a conhecemos hoje, leia-se, a depilação, os banhos de imersão, a maquilhagem e tanto mais, Elizabeth Taylor é a imagem que temos dessa mesma Cleópatra.
Ela ERA a própria Cleópatra.
E o legado que nos deixa é indiscutível.
Desaparece mais um ícone do séc. XX.
Obrigada*
No fundo a Elizabeth Taylor não morre.
Morre a "mãe", a "avó", a "amiga"... Morre o corpo.
Fica a história. A obra. As imagens.
Fica a Imortalidade.
E a morte não passa assim de uma boa (e infeliz) desculpa para homenagear alguém.
Se Cleóprata foi a senhora responsável pela "criação" da beleza feminina como a conhecemos hoje, leia-se, a depilação, os banhos de imersão, a maquilhagem e tanto mais, Elizabeth Taylor é a imagem que temos dessa mesma Cleópatra.
Ela ERA a própria Cleópatra.
E o legado que nos deixa é indiscutível.
Desaparece mais um ícone do séc. XX.
Obrigada*
Subscrever:
Mensagens (Atom)






















