terça-feira, 16 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Countdown
11 dias
(ainda nem acredito que vou voltar a Londres, três anos depois de ter lá passado três míseros mas inesquecíveis dias. Ao menos desta vez são 5!)
(ainda nem acredito que vou voltar a Londres, três anos depois de ter lá passado três míseros mas inesquecíveis dias. Ao menos desta vez são 5!)
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Que bom!
Era mesmo disto que precisava hoje... Para acabar esta semana em beleza.
Puffs!!
E mais, tenho quase a certeza de que foi cortado à faca... Provavelmente pela mesma pessoa que me riscou o carro TODO logo depois de o ter comprado...
Preciso de uma receita para o mau olhado sff.
Obrigada uma vez mais ao meu mano Jomo, mais conhecido como o meu salvador. É tão bom a mudar pneus como a desenhar logótipos de blogs!
Chanel
Acabou de me passar um Chanel Nº 5 pelas mãos - para quem não sabe é o mais antigo e o primeiro grande perfume abstracto do Mundo, criado nos anos 20. Cheirei, sim é bom, muito bom, mas não quis ficar com ele. Cheira como alguns dos perfumes da minha mãe. Muito musk.
Por oposição e, como a própria marca descreve no site: Coco Mademoiselle (lançado em 2001) é a fragrância que Coco Chanel usaria se tivesse 21 anos no início do século XXI.
E esse, sim, é o meu predilecto. Amo.
As histórias das fragrâncias Chanel, aqui.
Por oposição e, como a própria marca descreve no site: Coco Mademoiselle (lançado em 2001) é a fragrância que Coco Chanel usaria se tivesse 21 anos no início do século XXI.
E esse, sim, é o meu predilecto. Amo.
As histórias das fragrâncias Chanel, aqui.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Troca de prendas da empresa
Que pontaria.
Calhou-me o Director do Conselho de Administração.
Leia-se, patrão máximo.
Coisa pouca.
Calhou-me o Director do Conselho de Administração.
Leia-se, patrão máximo.
Coisa pouca.
O último Adeus
Morreu João Manuel Serra. O "Senhor do Adeus" que nos fazia rir por volta da uma da manhã quando passávamos no Saldanha a caminho do Bairro Alto ou da 24 de Julho. Sozinha ou acompanhada, eu acenava sempre. E lembro-me de um professor meu me ter dito que não seria interessante entrevistá-lo porque "já toda a gente o fez". Enfim. Tenho pena por lhe ter dado ouvidos e ter deixado a entrevista para "um dia mais tarde".
Deixo também uma das muitas música "lisboetas" que referem este senhor. O "Homem que diz Adeus". Um dos "loucos" de Lisboa. Obrigada.
Deixo também uma das muitas música "lisboetas" que referem este senhor. O "Homem que diz Adeus". Um dos "loucos" de Lisboa. Obrigada.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Back to school
Hoje apetece-me escrever sobre a minha pós-graduação que começa (finalmente!) na próxima semana. Estou com imensa vontade de começar até porque já me inscrevi há quase dois meses e a espera aborrece-me. Sou ansiosa por natureza, já diz a minha mãe, por isso, por mim podia começar já hoje! Sei que vou estragar as sextas-feiras à noite e que não vou poder dormir (como tanto gosto) aos sábados de manhã. Mas sinto que vai valer a pena e que, concluída a pós-graduação e com o meu "Certificado de Bom Gosto" no bolso, vou conseguir chegar mais perto daquilo que quero fazer profissionalmente.
Mas a notícia de hoje de manhã deixou-me ainda mais entusiasmada. Vou ser colega de turma de um "monstro" da blogosfera (tipo, sete milhões de visitas não é para qualquer um) que tive a oportunidade de conhecer há cerca de um ano numa revista onde estive a estagiar. Quando a conheci não sabia quem era (mal lia blogs) e empatia gerou-se logo quando percebemos que tinhamos crescido na mesma zona... Daí a escrever artigos para a secção dela e mantermo-nos em contacto mesmo depois do meu estágio foi o percurso natural. E, para os muitos que nutrem um ódio de estimação por esta senhora, digo: a AGM não é apenas A Pipoca Mais Doce. É bem mais que isso. E é uma querida. E eu gosto imenso dela. Pronto.
Mas a notícia de hoje de manhã deixou-me ainda mais entusiasmada. Vou ser colega de turma de um "monstro" da blogosfera (tipo, sete milhões de visitas não é para qualquer um) que tive a oportunidade de conhecer há cerca de um ano numa revista onde estive a estagiar. Quando a conheci não sabia quem era (mal lia blogs) e empatia gerou-se logo quando percebemos que tinhamos crescido na mesma zona... Daí a escrever artigos para a secção dela e mantermo-nos em contacto mesmo depois do meu estágio foi o percurso natural. E, para os muitos que nutrem um ódio de estimação por esta senhora, digo: a AGM não é apenas A Pipoca Mais Doce. É bem mais que isso. E é uma querida. E eu gosto imenso dela. Pronto.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Dias bipolares
Hoje estou assim. Não desgosto destes dias bipolares (chuva + sol). Não sei bem porquê mas há qualquer coisa que me faz gostar. Apenas dispenso as chuvadas de meia hora mas, de manhã, até me safei!
Esta (pseudo) rubrica de outfits é feita à base de pesquisa de peças idênticas às que tenho vestidas... Não são as peças verdadeiras. A botas não são assim, nem o cardigan de malha de lã. Os meus são mais giros ♥ E claro, nem sempre são conjugações perfeitas. Não procuro o que fica melhor. Não são outfits criados no imaginário infinito do styling nem tão pouco wishlists. Procuro construir algo o mais parecido possível com o que estou a usar. E, claro que, não tendo um closet impune e megalómano, nem sempre fica "no ponto" ao nível das cores ou das estruturas. Por isso, estes conjuntos reflectem apenas o dia-a-dia (de quem trabalha 8 horas, não é afortunada e anda de metro todos os dias).
Esta (pseudo) rubrica de outfits é feita à base de pesquisa de peças idênticas às que tenho vestidas... Não são as peças verdadeiras. A botas não são assim, nem o cardigan de malha de lã. Os meus são mais giros ♥ E claro, nem sempre são conjugações perfeitas. Não procuro o que fica melhor. Não são outfits criados no imaginário infinito do styling nem tão pouco wishlists. Procuro construir algo o mais parecido possível com o que estou a usar. E, claro que, não tendo um closet impune e megalómano, nem sempre fica "no ponto" ao nível das cores ou das estruturas. Por isso, estes conjuntos reflectem apenas o dia-a-dia (de quem trabalha 8 horas, não é afortunada e anda de metro todos os dias).
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Lanvin ♥ H&M
Já vi e revi a colecção da Lanvin para a H&M. Gosto de muita coisa. Muitas delas nem sequer usaria por causa das cores que, embora ame, não me ficam bem. Por isso, ponderadamente, aqui fica a minha shopping list para a próxima manhã de dia 23 de Novembro.
E vai de empurrão que quando, quero mesmo!
E vai de empurrão que quando, quero mesmo!
Po-po-popota Cool!
A diva Popota ao som do clássico Daddy Cool (Boney M), pela voz da Diana Piedade dos Ídolos.
Não resisto. Está muito bom. Parabéns!
Ainda assim, tenho a dizer que a do ano passado foi mais, digamos, inesperada. E por isso, parece-me que esta não vai ter tanto impacto. Adoro. Mas a do ano passado fazia-me rir.
Não resisto. Está muito bom. Parabéns!
Ainda assim, tenho a dizer que a do ano passado foi mais, digamos, inesperada. E por isso, parece-me que esta não vai ter tanto impacto. Adoro. Mas a do ano passado fazia-me rir.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
A relatividade do feminismo
O texto que se segue não foi escrito, nem pensado, por mim. Não sei quem o escreveu. Foi-me enviado há uns três anos por email em modo forward.
Não sei quem o escreveu mas gostava de saber. Porque diz muito, diz tanto.Tanto sobre tudo o que nós queremos ser, e sobre o que muitas vezes consideramos ser o verdadeiro caminho de sucesso de uma Mulher. Pensei dessa forma até há poucos anos. E encarnava a postura da "Mulher do séc.XXI", a "Happy Woman", com todas as forças, reflectindo-se a crença nas atitudes. Como quando, por exemplo, deixei uma relação estável e "feliz" para poder ir estudar para fora com toda a liberdade que ser solteira implica. E consciente disso mesmo: queria ir, sim, solteira.
Mas, será o caminho da independência emocional e da gratificação profissional a escolha "certa"? Não seria tudo mais simples se não tivessem "inventado" o feminismo? Queremos ser assim porque queremos, ou porque a sociedade moderna nos "pressiona" nesse sentido? Fica o texto que me, na altura, me fez parar para pensar... Ainda que não concorde, de todo, com o seu fundamentalismo.
São 5h30 da manhã, o despertador não pára de tocar e não tenho forças nem para atirá-lo contra a parede. Estou acabada. Não quero ir trabalhar hoje.
Quero ficar em casa, a cozinhar, a ouvir música, a cantar... Se tivesse um cão levava-o a passear nos arredores. Tudo menos sair da cama, meter a primeira e ter de pôr o cérebro a funcionar.
Gostava de saber quem foi a bruxa imbecil, a matriz das feministas que teve a ideia de reivindicar os direitos da Mulher. E porque o fez connosco, que nascemos depois dela?
Estava tudo tão bem no tempo das nossas avós. Elas passavam o dia todo a bordar, a trocar receitas com as amigas, ensinando-se mutuamente segredos de condimentos, truques, remédios caseiros. Lendo bons livros das bibliotecas dos seus maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, recolhendo legumes das hortas e educando os filhos. A vida era um grande curso de artesãos, medicinas alternativas e de cozinha.
Depois ainda ficou melhor, tivemos os serviços, chegou o telefone, as telenovelas, a pílula, o centro comercial, o cartão de credito, a Internet! Quantas horas de paz a sós e de realização pessoal nos trouxe a tecnologia!
Até que veio uma tipa, que pelos vistos não gostava do corpinho que tinha, para contaminar as outras rebeldes inconsequentes com ideias raras sobre vamos conquistar o nosso espaço!
Que espaço?! Que caraças! Se já tínhamos a casa inteira, o bairro era nosso, o mundo a nossos pés!! Tínhamos o domínio completo dos nossos homens, eles dependiam de nós, para comer, vestirem-se e para parecerem bem à frente dos amigos e agora?
Onde é que eles estão??
Nosso espaço?!
Agora eles estão confundidos, não sabem que papel desempenham na sociedade, fogem de nós como o diabo da cruz. Acanham-se perante uma mulher realizada. E essa piada... Acabou por encher-nos de deveres. E o pior, lançou-nos no calabouço da solteirice crónica aguda!!
Antigamente os casamentos eram para sempre. Porquê?
Digam-me porquê.
Um sexo que tinha tudo do melhor, que só necessitava de ser frágil e deixar-se guiar pela vida, começou a competir com os machos? A quem ocorreu tal ideia? Vejam o tamanhão dos bíceps deles e vejam o tamanho dos nossos! Estava muito claro que isso não ia terminar bem.
Não aguento mais ser obrigada ao ritual diário de ser magra como uma escova (mas com as mamas e o rabo rijos, para o qual tenho que me matar no ginásio), ou ter de juntar dinheiro para fazer uma mamoplastia, uma lipo, ou implantes nas nádegas... Para além de morrer de fome, pôr hidratantes, anti-rugas, padecer do complexo do radiador velho a beber água a toda a hora e, acima de tudo, ter armas para não cair vencida pela velhice. Maquilhar-me impecavelmente a cada manhã desde a cara ao decote, ter o cabelo impecável e não me atrasar com as madeixas (que os cabelos brancos são piores que a lepra), escolher bem a roupa, os sapatos e os acessórios (não vá não estar apresentável para a reunião do trabalho).
E não só, mas também ter que decidir que perfume combina com o meu humor, ter de sair a correr para ficar engarrafada no trânsito e ter que resolver metade das coisas pelo telemóvel. Correr o risco de ser assaltada ou de morrer numa investida de um autocarro ou de uma mota, instalar-me todo o dia em frente ao PC, trabalhar como uma escrava, moderna claro está, com um telefone ao ouvido a resolver problemas uns atrás dos outros, que ainda por cima não são os meus problemas!!
Tudo para sair com os olhos vermelhos. Devido ao monitor, porque para chorar de amor não há tempo!
E olhem que tínhamos tudo resolvido. Estamos a pagar o preço por estar sempre em forma, sem estrias, depiladas, sorridentes, perfumadas, unhas perfeitas, operadas, sem falar do currículo impecável, cheio de diplomas, de doutoramentos e especialidades. Tornámo-nos super-mulheres mas continuamos a ganhar menos que eles e, queiramos ou não, são eles que nos dão ordens!! Que desastre! Não seria muito melhor continuar a coser bordados? Basta!!
Quero alguém que me abra a porta para que possa passar, que me puxe a cadeira quando me vou sentar, que mande flores, cartinhas com poemas, que me faça serenatas à janela!
Se nós já sabíamos que tínhamos um cérebro, e que o podíamos utilizar, para quê ter que demonstrá-lo a eles?
Ai, que são 6h10 e tenho que levantar-me da cama...
Que fria está esta solitária e enorme cama!
Ahh... Quero um maridinho que chegue do trabalho, que se sente no sofá e me diga: "Meu amor, não me trazes uma cerveja por favor?" Ou: "O que há para jantar?" Porque descobri que é muito melhor servir-lhe um jantar caseiro do que enfardar uma sandes e uma cola light enquanto termino o trabalho que trouxe para casa.
Pensas que estou a ironizar ou a exagerar? Não minhas queridas amigas, colegas inteligentes, realizadas, liberais....
...e idiotas!
Estou a falar muito seriamente:
ABDICO DO MEU POSTO DE MULHER MODERNA!
A maior prova da superioridade feminina era o facto de os homens esfalfarem-se a trabalhar para sustentar a vida boa que tínhamos!
Não sei quem o escreveu mas gostava de saber. Porque diz muito, diz tanto.Tanto sobre tudo o que nós queremos ser, e sobre o que muitas vezes consideramos ser o verdadeiro caminho de sucesso de uma Mulher. Pensei dessa forma até há poucos anos. E encarnava a postura da "Mulher do séc.XXI", a "Happy Woman", com todas as forças, reflectindo-se a crença nas atitudes. Como quando, por exemplo, deixei uma relação estável e "feliz" para poder ir estudar para fora com toda a liberdade que ser solteira implica. E consciente disso mesmo: queria ir, sim, solteira.
Mas, será o caminho da independência emocional e da gratificação profissional a escolha "certa"? Não seria tudo mais simples se não tivessem "inventado" o feminismo? Queremos ser assim porque queremos, ou porque a sociedade moderna nos "pressiona" nesse sentido? Fica o texto que me, na altura, me fez parar para pensar... Ainda que não concorde, de todo, com o seu fundamentalismo.
São 5h30 da manhã, o despertador não pára de tocar e não tenho forças nem para atirá-lo contra a parede. Estou acabada. Não quero ir trabalhar hoje.
Quero ficar em casa, a cozinhar, a ouvir música, a cantar... Se tivesse um cão levava-o a passear nos arredores. Tudo menos sair da cama, meter a primeira e ter de pôr o cérebro a funcionar.
Gostava de saber quem foi a bruxa imbecil, a matriz das feministas que teve a ideia de reivindicar os direitos da Mulher. E porque o fez connosco, que nascemos depois dela?
Estava tudo tão bem no tempo das nossas avós. Elas passavam o dia todo a bordar, a trocar receitas com as amigas, ensinando-se mutuamente segredos de condimentos, truques, remédios caseiros. Lendo bons livros das bibliotecas dos seus maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, recolhendo legumes das hortas e educando os filhos. A vida era um grande curso de artesãos, medicinas alternativas e de cozinha.
Depois ainda ficou melhor, tivemos os serviços, chegou o telefone, as telenovelas, a pílula, o centro comercial, o cartão de credito, a Internet! Quantas horas de paz a sós e de realização pessoal nos trouxe a tecnologia!
Até que veio uma tipa, que pelos vistos não gostava do corpinho que tinha, para contaminar as outras rebeldes inconsequentes com ideias raras sobre vamos conquistar o nosso espaço!
Que espaço?! Que caraças! Se já tínhamos a casa inteira, o bairro era nosso, o mundo a nossos pés!! Tínhamos o domínio completo dos nossos homens, eles dependiam de nós, para comer, vestirem-se e para parecerem bem à frente dos amigos e agora?
Onde é que eles estão??
Nosso espaço?!
Agora eles estão confundidos, não sabem que papel desempenham na sociedade, fogem de nós como o diabo da cruz. Acanham-se perante uma mulher realizada. E essa piada... Acabou por encher-nos de deveres. E o pior, lançou-nos no calabouço da solteirice crónica aguda!!
Antigamente os casamentos eram para sempre. Porquê?
Digam-me porquê.
Um sexo que tinha tudo do melhor, que só necessitava de ser frágil e deixar-se guiar pela vida, começou a competir com os machos? A quem ocorreu tal ideia? Vejam o tamanhão dos bíceps deles e vejam o tamanho dos nossos! Estava muito claro que isso não ia terminar bem.
Não aguento mais ser obrigada ao ritual diário de ser magra como uma escova (mas com as mamas e o rabo rijos, para o qual tenho que me matar no ginásio), ou ter de juntar dinheiro para fazer uma mamoplastia, uma lipo, ou implantes nas nádegas... Para além de morrer de fome, pôr hidratantes, anti-rugas, padecer do complexo do radiador velho a beber água a toda a hora e, acima de tudo, ter armas para não cair vencida pela velhice. Maquilhar-me impecavelmente a cada manhã desde a cara ao decote, ter o cabelo impecável e não me atrasar com as madeixas (que os cabelos brancos são piores que a lepra), escolher bem a roupa, os sapatos e os acessórios (não vá não estar apresentável para a reunião do trabalho).
E não só, mas também ter que decidir que perfume combina com o meu humor, ter de sair a correr para ficar engarrafada no trânsito e ter que resolver metade das coisas pelo telemóvel. Correr o risco de ser assaltada ou de morrer numa investida de um autocarro ou de uma mota, instalar-me todo o dia em frente ao PC, trabalhar como uma escrava, moderna claro está, com um telefone ao ouvido a resolver problemas uns atrás dos outros, que ainda por cima não são os meus problemas!!
Tudo para sair com os olhos vermelhos. Devido ao monitor, porque para chorar de amor não há tempo!
E olhem que tínhamos tudo resolvido. Estamos a pagar o preço por estar sempre em forma, sem estrias, depiladas, sorridentes, perfumadas, unhas perfeitas, operadas, sem falar do currículo impecável, cheio de diplomas, de doutoramentos e especialidades. Tornámo-nos super-mulheres mas continuamos a ganhar menos que eles e, queiramos ou não, são eles que nos dão ordens!! Que desastre! Não seria muito melhor continuar a coser bordados? Basta!!
Quero alguém que me abra a porta para que possa passar, que me puxe a cadeira quando me vou sentar, que mande flores, cartinhas com poemas, que me faça serenatas à janela!
Se nós já sabíamos que tínhamos um cérebro, e que o podíamos utilizar, para quê ter que demonstrá-lo a eles?
Ai, que são 6h10 e tenho que levantar-me da cama...
Que fria está esta solitária e enorme cama!
Ahh... Quero um maridinho que chegue do trabalho, que se sente no sofá e me diga: "Meu amor, não me trazes uma cerveja por favor?" Ou: "O que há para jantar?" Porque descobri que é muito melhor servir-lhe um jantar caseiro do que enfardar uma sandes e uma cola light enquanto termino o trabalho que trouxe para casa.
Pensas que estou a ironizar ou a exagerar? Não minhas queridas amigas, colegas inteligentes, realizadas, liberais....
...e idiotas!
Estou a falar muito seriamente:
ABDICO DO MEU POSTO DE MULHER MODERNA!
A maior prova da superioridade feminina era o facto de os homens esfalfarem-se a trabalhar para sustentar a vida boa que tínhamos!
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Apresento-vos
...a Laura! A sobrinha mais fofinha do mundo! Fez-me acordar cedo numa manhã de frio na aldeia sem resmungar (impensável) e levou-me a conduzir 150km em uma hora ontem de manhã... Mas valeu a pena! É ainda mais bonita do que nas fotos, tem boca de menina, umas bochechas verdadeiramente fofas e um nariz que parece desenhado... =) Admito, estou completamente babada!
domingo, 31 de outubro de 2010
Na aldeia
Sabe tão bem... O silencio, a lareira acesa, e o prato preferido cozinhado pela avó.
Post escrito através d'O Bicho iPhone e por isso esta sem a devida foto... Help!
Post escrito através d'O Bicho iPhone e por isso esta sem a devida foto... Help!
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
DR
Ela olhou e eu percebi logo que não ia conseguir impedir que falasse comigo. Chegou-se, com um molho de revistas CAIS no braço, e disse: "Posso-lhe fazer uma perguntinha...?" "Sim, diz...", respondi ainda a meio de uma mensagem escrita.
"O que é que tem feito pelos Direitos Humanos?"
Assim, sem demoras, como uma pedra. Surpreendida com a pergunta não consegui deixar de sorrir como que embaraçada. "Pequenas coisas, mas algumas", pensei. E não foi preciso mais nada. Ela sorriu e percebeu que tinha conseguido fazer-me parar para pensar. Dei-lhe um aperto no braço, disse-lhe um boa sorte, e segui o meu caminho.
"O que é que tem feito pelos Direitos Humanos?"
Assim, sem demoras, como uma pedra. Surpreendida com a pergunta não consegui deixar de sorrir como que embaraçada. "Pequenas coisas, mas algumas", pensei. E não foi preciso mais nada. Ela sorriu e percebeu que tinha conseguido fazer-me parar para pensar. Dei-lhe um aperto no braço, disse-lhe um boa sorte, e segui o meu caminho.
Wannabe profeta
Hoje, quando saí do metro a caminho do trabalho, o céu estava para lá de negro. Parecia que ainda era noite. Ao telefone, o meu homem, que está lá para os lados de Sintra, dizia-me que estava a chover a potes. E eu dizia-lhe que em Sintra é diferente e que aqui ainda não estava assim... Subi a rua e o céu ia ficando cada vez mais e mais escuro. Nem parei no café do costume não fosse o S.Pedro ficar irritado. Entrei no prédio, feliz pelo facto de ter sido poupada a uma valente "molha", e uma vizinha, que vinha a sair do prédio toda aprumada, sem chapéu e sem casaco, com ar de quem não tinha visto a metereologia, perguntou-me: Não está a chover, pois não? Não, agora não, respondi a olhar para o céu, mas acho que já não deve demorar muito...
2 minutos e uma mini viagem de elevador depois, cheguei à minha secretária já a chuva batia com força na janela do escritório.
E lembrei-me da vizinha.
2 minutos e uma mini viagem de elevador depois, cheguei à minha secretária já a chuva batia com força na janela do escritório.
E lembrei-me da vizinha.
Subscrever:
Mensagens (Atom)













